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domingo, 27 de maio de 2012

Tomou Leite ?

Tomou?

A grande maioria da população brasileira e dos países ocidentais de forma geral, incluindo alguns vegetarianos, consomem grandes quantidades de produtos derivados do leite. Porém, este alimento que tem seu consumo tão incentivado pela mídia e profissionais de saúde não é exatamente um alimento saudável. Para mostrar isto, observemos as implicações de seu consumo: .

Gordura e Colesterol

Tais produtos fornecem quantidades muito exageradas destas substâncias. Os queijos e sorvetes, por exemplo, são riquíssimos nestas. O leite, que é menos concentrado do que estes produtos, apresenta cerca de 50% de suas calorias na forma de gorduras.[i] É sabido que dietas ricas em gorduras estão diretamente implicadas na ocorrência de doenças cardiovasculares e diversos tipos de cânceres. Um alimento que fornece 50% de suas calorias na forma de gorduras deixa muito a desejar à queles que buscam manter um estado de saúde satisfatório

Estudos comparando as condições cardiovasculares de vegetarianos puros (não consomem produtos lácteos), vegetarianos e carnívoros demonstraram que os dois primeiros são mais saudáveis do que aqueles que consomem carne, sendo os vegetarianos puros os que se encontram em melhores condições.[ii],[iii] O leite desnatado apresenta uma quantidade consideravelmente menor de gordura, mas os outros problemas descritos a seguir permanecem. .

Alergias Alimentares

O leite é uma das causas mais comuns de alergias alimentares, ocasionando problemas respiratórios, problemas de pele, cefaléias (dores de cabeça), escorrimento nasal, cólicas e outros. A maioria das pessoas, porém, não estão cientes de que o leite é o responsável pelo desenvolvimento destas condições. No entanto, basta se abster do consumo de produtos lácteos por um curto período de tempo para que as surpreendentes melhoras ocorram, especialmente pessoas com cefaléias freqüentes e asma. É claro que o problema deve ser avaliado por um profissional especializado, mas a abstenção do leite e seus derivados pode trazer a solução de forma surpreendente. .


Deficiência de Ferro

Os produtos lácteos são muito pobres em ferro 1 , tornando as dietas que incluem estes conseqüentemente pobres neste nutriente. Além disto, estudos clínicos demonstram que crianças em período de lactação consumindo leite de vaca apresentam pequenas e crônicas perdas de sangue através do trato digestivo, bem como alguns adultos, o que obviamente ocasiona uma perda de ferro por sangradura. .


Câncer de Ovário

O câncer de ovário também está diretamente ligado ao consumo de produtos lácteos. A lactose, um açúcar encontrado no leite, é quebrada pela enzima lactase para formar dois outros açúcares: a glicose e a galactose. A galactose, por sua vez, será quebrada por outra enzima, a galactase, para ser utilizada pelo organismo. Segundo o Dr. Daniel Cramer e seus colaboradores, da Universidade de Harvard, quando o consumo de produtos lácteos excede a capacidade enzimática de galactase do organismo, há um acúmulo de galactose no sangue, o que pode afetar os ovários.[iv]

Uma vez que nossa espécie, assim como todas as outras espécies de mamíferos, foi desenhada pela natureza para consumir produtos lácteos durante apenas um curto período de nossas vidas (período de amamentação), todos perdemos (alguns mais, outros menos) a capacidade de digerir e utilizar estes açúcares (lactose e galactose) presentes exclusivamente no leite.

Algumas mulheres têm níveis particularmente baixos da enzima galactase e o consumo freqüente de produtos lácteos por estas mulheres pode acarretar em um risco até três vezes maior que o de outras mulheres de desenvolver câncer de ovário. Uma vez que o problema é um açúcar do leite, o consumo de leite desnatado não sana o problema. Na verdade, um copo de leite desnatado apresenta uma quantidade maior de lactose do que o mesmo copo de leite comum, como pode-se facilmente deduzir. Os produtos fermentados como os iogurtes são ainda mais problemáticos porque as bactérias usadas na sua industrialização aumentam a produção de galactose a partir da lactose. .


Cataratas

Esta mesma galactose parece também se acumular em grandes quantidades no olho, mais especificamente na lente, desencadeando processos oxidativos responsáveis pela opacificação da lente (cataratas).[v] É claro que outros fatores também contribuem para a formação de cataratas, tais como a radiação ultravioleta e carências de substâncias antioxidantes, especialmente de beta-caroteno, presente exclusivamente nos produtos de origem vegetal. .


Intolerância à Lactose

Como já foi dito, todos perdemos um pouco da nossa capacidade de digerir a lactose, sendo esta perda notável entre os asiáticos e negros. Quando estas pessoas mais sensíveis consomem leite ou seus derivados, o resultado pode ser diarréia e flatulências (gases). Estes, porém, são os mais afortunados. Não sendo possível digerir a lactose, não se pode obter o produto desta digestão, a galactose, livrando assim dos problemas causados por esta, que age de forma mais silenciosa por não apresentar sintomas até que problemas mais sérios já tenham se desenvolvido, como o câncer de ovário e as cataratas. A intolerância à lactose é o aviso da natureza de que algo está fora do esquema por ela desenvolvido. .


Toxinas ..

Como ocorre com outros produtos animais, as secreções mamárias da vaca, da cabra ou de qualquer outro mamífero, incluindo o homem, contêm contaminantes que vão de drogas recreacionais e medicamentosas a agrotóxicos usados no cultivo da ração dos animais. Para aumentar a produção de leite dos animais administram-se hormônios que, ao mesmo tempo, diminuem sua resistência a infecções, que é ainda agravada pelo estresse de ser ordenhado dez meses por ano, enquanto gestante durante sete destes, parando por apenas dois meses para parir sua cria e voltar quase que imediatamente para a ordenha, sem poder dedicar o tempo necessário ao bezerro recém-nascido. O slogan “Trate seus filhotes com carinho” parece ganhar um novo significado, não?

Para que o animal possa suportar todos estes abusos sem adoecer (o que o criador certamente não deseja, pois isto lhe traria prejuízos), faz-se necessária a administração de antibióticos e outras drogas, visando manter o animal vivo pelo maior período de tempo possível, o que significa dizer cerca de quatro anos. Em um ambiente natural, sem os abusos da criação moderna, uma vaca viveria de vinte a vinte e cinco anos.

Como resultado, resíduos destas substâncias nocivas à saúde são encontrados no leite e seus derivados, podendo causar, após seu consumo pelo homem, defeitos de nascimento, crescimento anormal em crianças e depleção do sistema imunológico devido ao consumo crônico de antibióticos. .


Osteoporose

Os produtos lácteos, contrariamente à crença popular, não são capazes de prevenir a osteoporose. As evidências mostram que a taxa de perda óssea não é afetada pelo consumo de produtos lácteos.[vi] Numerosos estudos mostram que os países que apresentam o maior consumo destes produtos apresentam também a maior incidência de osteoporose, evidenciando que consumir grandes quantidades de leite e derivados não ajuda a manter a densidade óssea.

O verdadeiro problema da osteoporose é o consumo excessivo de proteína que leva à perda óssea, conforme já foi discutido no número anterior. A osteoporose é uma doença degenerativa, de perda óssea resultante de um consumo excessivo de proteína, não uma doença de carência nutricional, supostamente resultante de uma ingestão deficiente de cálcio. Portanto, o leite não têm qualquer papel em sua prevenção. .


Diabetes

A diabetes insulino-dependente (diabetes juvenil) está ligada ao consumo de produtos lácteos. Estudos epidemiológicos de vários países demonstram que há uma forte relação entre o consumo de produtos lácteos e a incidência da doença.[vii],[viii] Em 1992, pesquisadores descobriram que uma determinada proteína do leite (albumina) desencadeia uma reação auto-imune, possivelmente responsável pela destruição das células pancreáticas produtoras de insulina. .


Cólica

Um em cada cinco bebês (20%) sofre de cólica. Já se sabe há algum tempo que a causa é o consumo de leite de vaca. Este, porém, não precisa ser ingerido diretamente pelo bebê para causar problemas. Os anticorpos presentes no leite de vaca (IgG), responsáveis pela cólica, podem passar da corrente sangüínea da mãe para seu leite e então serem ingeridos pelo bebê.[ix] Portanto, o aleitamento materno exclusivo é tão importante para o bebê quanto o é para a mãe, sendo que esta última já deve ter abandonado esta prática há muitos anos.

Fontes:

[i] Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Tabelas de Composição dos Alimentos. 10a ed. Rio de Janeiro, ENDEF, 1977. 202 p.

 [ii] Sacks, F. M; Ornish D; Rosner, B. et al. Plasma Lipoprotein Levels in Vegetarians: The Effect of Ingestion of Fats from Dairy Products. JAMA 1985;254(10):1337-41.

 [iii] Kestin, M; Rouse I. L; Correll R. A; Nestel P. J. Cardiovascular Disease Risk Factors in Free-Living Men: Comparison of Two Prudent Diets, One Based on Lactoovovegetarianism and the Other Allowing Lean Meat. Am J Clin Nutr 1989;50:280-87.

 [iv] Cramer D. W. et al. Galactose Consumption and Metabolism in Relation to the Risk of Ovarian Cancer. Lancet 1989;2:66-71.

 [v] Simoons F. J. A Geographic Approach to Senile Cataracts: Possible Links with Milk Consumption, Lactase Activity, and Galactose Metabolism. Digestive Diseases and Science 1982;27:257-64.

[vi] Kolata G. How Important is Dietary Calcium in Preventing Osteoporosis? Science 1986;233:519-20.

[vii] Scott, F. W. Cow Milk and Insulin-Dependent Diabetes Mellitus: Is There a Relationship? N Engl J Med 1992;327:302-7. Am J Clin Nutr 1990;51:489-91.

[viii] Karjalainen J; Martin J. M; Knip M. et al. A Bovine Albumin Peptide as a Possible Trigger of Insulin-Dependent Diabetes Mellitus. N Engl J Med 1992;327:302-7.

[ix] Clyne P. S; Kulczycki A. Human Breast Milk Contains Bovine IgG. Relationship to Infant Colic? Pediatrics 1991;87(4):439-444.


George Guimarães - Nutricionista especializado em dietas vegetarianas – CRN – 3 7708




Efeitos do Uso do Leite

A história da professora JANE PLANT, geoquímica e chefe científica de British Geological Survey, uma prestigiada instituição pública britânica, que se dedica a investigação em matéria de Geologia, pode constituir um significativo exemplo para muitas mullheres, já que tem sobrevivido a 5 tumores mamáriose as práticas médicas convencionais para tratar o seu câncer.E tem feito isso, segundo afirma ela, de forma muito simples : eliminando todos os lácteos de sua dieta.

Sua história é parecida com a de muitas mulheres. Sentiu o mesmo pânico, quando lhe diagnosticaram câncer de mama e confiada em um bom saber e trabalho de mastologistas e a irradiação de seus ovários , porque lhe disseram que assim se provocava a menopausa , se reduzia a produção de estrógenos e se poderia curar o câncer.Mas isso teve resultado falso. Na verdade, o câncer se reproduziu até quatro vezes. “Sofri a amputação de uma mama , me submeteram a radioterapia e a uma quimioterapia muito dolorosa.” Me vieram os especialistas mais eminentes de meu pais, mas em meu interior estava segura de que eu estava enfrentando a morte.

A professora PLANT em seu livro ” Tua vida em tuas mãos “, relata como chegou à idéia que salvou sua vida.” Partindo de uma viagem de meu esposo à China, conta em sua obra, comecei a pensar em que minha enfermidade era virtualmente inexistente nesse país. Na verdade, somente uma em 10.000 mulheres ,morre de câncer de mama na China, enquanto que somente no Reino Unido , a estatística oficial, fala de uma em cada 12. “Então , meu marido que também é cientista, e eu mesma, começamos a investigar sobre a forma de vida e alimentação dos orientais até que chegamos a idéia que me salvou a vida : as mulheres chinesas não se enfermavam de câncer de mama nem os homens desenvolviam tumores na próstata , porque são incapazes de tolerar o leite , e portanto, não o tomam. E mais : soubemos que os chineses são incapazes de compreender a preocupação ocidental por tomar leite de vaca. Eles nunca utilizaram o leite e, menos pra amamentar seus bebês! E se parar para pensar, não pode ser uma simples casualidade que mais de 70% da população mundial , tem sido incapaz de digerir a lactose. Hoje, o que creio é que a natureza tenta avisar em tempo, que estamos comendo um alimento equivocado.Quando Plant, soube de tudo isso, estava tratando com quimioterapia, seu quinto tumor mamário. E foi quando decidiu, suprimir por completo a ingestão de lácteos, incluindo todos os alimentos que contém algo de leite: sopas, bolachas, pastéis, margarinas, etc. E que sucedeu? Em somente uns dias, descreve em seu livro, o tumor começou a encolher. Duas semanas depois da minha segunda sessão de quimioterapia e uma semana depois de haver suprimido a ingestão do leite e seus derivados, o tumor começou a tinir, pinicar. Logo se acalmou e começou a minguar. Umas seis semanas depois, havia desaparecido. Um dos mastologistas do Charing Cross do Hospital de Londres, não pode reprimir e exclamou maravilhado : ” Não entendo .” Isso depois que examimou-me. Pelo visto, não esperava que alguém com um câncer tão avançado – já havia invadido meu sistema linfático – pudesse sobreviver. Atualmente este médico, recomenda uma dieta sem lácteos a seus pacientes. Convencida de que, o que havia salvo sua vida era deixar de tomar lácteos, Jane Plant, decidiu escrever seus conhecimentos e suas experiências em um livro ( já mencionado ).

E de imediato, mais de 60 mulheres que padeciam de câncer de mama se puseram em contato com ela , para pedir-lhe conselhos.



” Ainda que não foi fácil aceitar que uma substância tão natural como o leite, pudesse ter tais repercursões para a saúde, explica Plant, agora não me cabe duvidas de que a relação entre os produtos lácteos e o câncer de mama, é semelhante a que existe entre o tabaco e o câncer de pulmão.”Mas,não somente isso porque, por exemplo, já em 1989 o Dr. Daniel Cramer , da Universidade de Harvard , determinou que estes produtos estão implicados na aparição de câncer de ovários. E os dados sobre o câncer de próstata conduzem a conclusões similares. A própria OMS , afirma que o número de homens que padecem esse câncer na China, é de 0,5% em 10.000 , enquanto que no Reino Unido a estatística é de 70 vezes maior. A chave está pois, sem duvida, no consumo de lácteos.Para a professora Plant, o leite de vaca é um grande alimento … mas só para os bezerros .
E afirma convencida que a natureza , não o tem destinado a outras espécies.”Finalmente estou convencida, conclui, de que salvei a minha vida por ter deixado de consumir leite de vaca. Somente desejo que minha experiência possa servir para outras mulheres e homens, que , sem saber , podem estar enfermos por causa de lácteos que consomem .”Em seu livro, além de detalhes de sua própria experiência e interessantes dados de suas investigações acerca dos efeitos do leite de vaca sobre nossa saúde, apresenta uma série de recomendações nutricionais que se resumem em alimentar-se basicamente de leite de soja, chá de ervas, sementes de sésamo, tofú, nozes, muitas frutas, verduras frescas e uso de suplementos naturais.*

Recebido por e-mail, assinado por: Ricardo Costa

Leite, Açúcar e Farinha – Um Trio Maléfico

Leite, açúcar e farinha – drogas usadas como falsos alimentos para emburrecer

Na alimentação corrente existe o que eu chamo de Ku Klux Klan da saúde, esta é a trilogia branca: leite, açúcar e farinha. Isto é, mesmo que tenhamos abandonado o hábito de levar cadáveres, lácteos e ovos aos nossos estômagos, ainda continuamos convivendo com grandes venenos destruidores da nossa saúde.

Qual o problema do leite?

Os mamíferos, logo após o desmame, cessam a produção de lactase, enzima que digere o leite, só o humano toma leite toda sua vida e para o cúmulo, de outra espécie. O leite é um alimento essencialmente gorduroso. As gorduras estão compostas em ácidos graxos, pelo qual ao ingerir-las se acidifica o sangue, para o contra-arrestar o organismo tira cálcio de ossos e dentes. O cálcio do leite não é assimilado e pode formar cristais no fígado, vesícula e rins. Isto é, o leite, ao contrário do que divulga a matrix, descalcifica! Ao ingeri-lo se coalha assim que chega ao estômago e forma coágulos que ilham os demais alimentos impedindo sua digestão, que é atrasada o suficiente para causar fermentação e putrefação, liberando toxinas que serão absorvidas pelo organismo.

Os 90% de proteínas contidas no leite são caseína, que é usada pela indústria como cola. Esta cola corrói a vilosidade intestinal cobrindo o tubo e impedindo a absorção de nutrientes, principalmente vitaminas, pois os vilos mais curtos, mais próximos das paredes do intestino, são os encarregados de absorver as vitaminas e os primeiros a se taparem. Cria um clima ideal para a instalação e proliferação de parasitas, que os oferece substrato e alimento.

O leite da vaca está desenhado para um animal que chega à fase adulta em 18 meses, quando conosco leva 18 anos! Por isso que os hormônios dos produtos lácteos nos causam todo tipo de desequilíbrios hormonais. O consumo de lácteos está associado a um sem número de doenças, entre elas a infecção de mucosas, resfriados, constipação (por carecer de fibra alimentar), osteoporose, câncer e diabete.

Qual o problema do açúcar branco?

Em primeiro lugar, sempre nos disseram que a glicose é o combustível celular, mas esta é passada à frutose para metabolizá-la. A frutose é o açúcar mais solúvel e de maior poder edulcorante. É metabolizado rapidamente no fígado, sem necessidade de insulina. A frutose é certamente nosso combustível e as frutas nosso alimento principal.



O açúcar comum é um dissacarídeo formado por glicose e frutose e necessita de uma grande quantidade de enzimas, minerais, cofatores enzimáticos e vitaminas para ser metabolizado. Todos esses componentes estão em equilíbrio em um organismo naturalmente equilibrado como o é a beterraba ou a cana-de-açúcar, mas, ao isolá-la quimicamente, ela é introduzida no organismo sozinha, demandando o demais internamente. Isto quer dizer que o açúcar desmineraliza, descalcifica, gera anemia… O açúcar comum é combustível das células cancerígenas. Favorece as cáries. É uma droga potente, gera euforia ao se ingerir e depressão ao passar o choque glicêmico, pelo que é totalmente viciante. Engorda e idiotiza, o que a torna uma potente arma de dominação. Usa-a o sistema contra as massas e usam os pais contra os filhos, claro que inconscientemente, já que a usam também contra si mesmos. Atrofia o paladar aumentando o nível de doçura desejado, o que nos afasta do nosso principal alimento, as frutas. É um psicoativo legal de baixo custo e incorporado a milhões de produtos. É responsável por escorbuto, diabetes, hipoglicemia, hiperatividade e esquizofrenia, causador de uma verdadeira degeneração humana.

Qual o problema da farinha branca?

Desprovida do lúmen ou gérmen para evitar que fique rançosa e assim transformá-la em uma coisa morta com a qual é mais fácil lucrar e especular, sobra justamente isso uma farinha re-finada (re morta), só calorias vazias. Esse gérmen contém a informação genética do trigo, codificada em nucleotídeos, aminoácidos, vitaminas, minerais, carboidratos, lipídios… o qual supõe um grande potencial nutritivo. A cutícula do grão é celulose, fibra alimentar. Cumpre a função de anti-aderência das paredes intestinais, absorve toxinas, aumenta o bolo fecal e aumenta o trânsito intestinal. Com a farinha branca fazemos o grude ou cola de trigo que tem um poder adesivo maior que a cola vinílica! Esta cola n os intestinos faz o mesmo trabalho que o leite, tampa a vilosidade intestinal nos impedindo de absorver nutrientes, gera mucos e parasitas. Engorda e é altamente viciante. Em síntese, além de sair da alimentação animal, devemos abandonar os alimentos industrializados, leia-se alimentos refinados e muito elaborados.

Fonte: http://svb.org.br/12veganfestival/index.php?option=com_content&view=article&id=124%3Aariel-rodriguez-bosio&catid=14&Itemid=100009&lang=en

Leite de Vaca: A crueldade não é só com o Bezerro

Autor: Fátima Borges

Todos os animais mamíferos foram presenteados pela natureza com leite próprio para cada espécie. Por que só a espécie humana se alimenta e/ou alimenta seus “filhotes” com o leite específico de outra espécie?

Se o homem tivesse quatro compartimentos no estômago e precisasse crescer tão rapidamente como o bezerro, talvez tirasse algum proveito deste líquido tão alvo e tão carregado de gordura, mas não é esse o caso.

Não foi à toa que o Ministério da Saúde, numa página do INCA – Instituto Nacional do Câncer – alertou que o leite integral e seus derivados se consumidos regularmente durante longos períodos, parecem fornecer o tipo de ambiente que uma célula cancerosa necessita para crescer, se multiplicar e se disseminar. Por possuir muita gordura e alto teor de proteína que conjugada com outras proteínas, o leite pode provocar a perda de cálcio no corpo, ocasionando a osteoporose. O leite que ingerimos vem recheado de fezes, grande fonte de bactérias, que chegam à nossa mesa com milhões de células somáticas (conhecidas como PUS). Na Comunidade Européia e no Canadá só é permitido 400.000.000 de pus por litro, em outros locais não saberia dizer. É certo que a pasteurização é feita mais de uma vez antes de se chegar à mesa, mas somente 15 segundos por vez e à temperatura de 72ºC, o que gera muita desconfiança, já que a água para ser esterilizada precisa ser fervida a 100ºC por vários minutos!

O conteúdo de colesterol de 3 xícaras de leite é equivalente a 53 fatias de bacon. É uma ilusão considerar o leite de animais um fornecedor de cálcio insubstituível, pois a CASEÍNA, um tipo de proteína do leite, impede que o cálcio seja absorvido pelo organismo humano.

Alguns pediatras apontam a caseína como a principal causa da mucosidade, congestão e dores de ouvido na infância. Com essa mesma CASEÍNA se fabrica uma cola muito forte, que é utilizada na carpintaria e na fixação de rótulos em garrafas. O ser humano, em quase sua totalidade, aos 3 anos de idade já não possui as enzimas necessárias para decompor e digerir o leite que são a RENINA e a LACTASE, daí tantos problemas com o consumo do mesmo e seus derivados. O leite desnatado ainda é pior para o consumo que o leite integral, não se iludam!

O consumo de leite e seus derivados tem ligação com: bronquite, asma, osteoporose, enfisema, colesterol, alergia ,diabetes, doenças coronárias, neoplasias malignas, problemas respiratórios, problemas de pele, doença de Crohn, prisão de ventre, cefaléias ( dores de cabeça) e outros.

Atualmente, uma vaca produz dez vezes mais leite do que sua natureza permitiria, graças aos hormônios que lhe são conferidos. As vacas são tratadas como máquinas: não tomam sol, não amamentam seus filhotes, e para combater as doenças, vários antibióticos lhe são ministrados além dos pesticidas. Quanto aos bezerros, são retirados de sua mãe assim que nascem, não lhes sendo permitido mamar nas tetas da mesma. São confinados em engradados de madeira ou ferro para que não se movimentem e assim produzirem a carne de vitelo, mais uma vez, para a satisfação humana!

O organismo humano pode produzir a gordura de que necessita através do consumo de hortaliças, exatamente como o faz a vaca. Em relação ao cálcio há uma grande disponibilidade do mesmo na natureza, não sendo necessário ao homem participar diretamente de tanta crueldade com nossos irmãos, que o digam a vaca, o cavalo, o elefante, a girafa e outros, pois todos os mamíferos, a maioria vegetarianos por natureza, se alimentam do leite da própria espécie quando bebês e de legumes, frutas e verduras , quando adultos, possuindo ossos fortes e saudáveis. ”

O massacre dos animais é também um ato do ser humano contra si próprio. Nós o praticamos porque estamos mergulhados em relações sociais que nos cegam. Enxergar nas outras espécies seres que sentem e sofrem é um enorme passo para nos livrarmos das brutalidades que cometemos entre nós mesmos.” – Le Monde Diplomatique

Por: Fátima Borges Pereira - Professora de Português e Teatro Infantil, Poetisa, Artista Plástica e Vice-presidente da Ong. DAAJ – Defesa Animal e Ambiental com Apoio Jurídico.

Fontes:

http://www.notmilk.com/badbones.html

www.taps.org.br

http://www.nutriveg.com.br/tomou.htm

http://www.inca.org.br/cancer/hab_alimentares.html

www.svb.org.br

www.escolhavegan.cjb.net

http://diplo.uol.com.br/2006-08,a1387

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Fátima Borges – artista plástica, poetisa, professora de português e teatro infantil; colunista do site Petgree – www.petgree.vet.br;

vice-presidente da Ong DAAJ ( Defesa animal e ambiental com apoio jurídico); colunista do site Florais e Cia – www.floraisecia.com.br

Publicação autorizada, desde que os CRÉDITOS SEJAM CONSERVADOS E FONTE CITADA: site “Florais e Cia” – www.floraisecia.com.br

Consumir ou não Leite de Vaca

Autor: Ana Clélia Mattos  colega de profissão médica com especialização em Medicina Chinesa

Há muito se discute a utilidade ou não do leite de vaca para o organismo humano. O fato é que na natureza nenhum animal consome leite de outra espécie na idade adulta. O animais são herbívoros ou carnívoros.

Então, porque temos que tomar leite de vaca?

Seria de fato necessário?

Sabemos que os orientais não usam o leite de vaca. Em Pequim há Mac Donald´s, inclusive houve lojas do Mac Donald´s dentro da vila Olímpica, nas Olimpíadas 2008.

Infelizmente as grandes cidades chinesas hoje não resistiram ao ocidentalismo . Os asiáticos típicos, do interior da China, Vietnã, Japão, Coréia, Tailândia, etc, não usam laticínios.

Após a Segunda Guerra Mundial, o leite foi liofilizado e industrializado, isto é, o leite tornou-se um pó que não estraga, não derrama, não precisa de refrigeração. Com isso e com a propaganda maciça do “Leite Ninho”, as mães da décado de 50, 60, 70, deixavam de oferecer o leite materno , para oferecer mamadeira de “Leite Ninho”, engrossada com amido de milho, água de arroz , farinha de milho, etc. (e alargavam-se os bicos de mamadeira)

Vimos aí gerações com índices crescentes de doenças pulmonares como bronquite alérgica, sinusite, rinite, eczemas de pele, etc…

No final já dos anos 80, houveram questionamentos quanto à alergia ao leite de vaca, porém , só se faziam relações com casos de diarréia em bebês, incontroláveis e que levavam a assaduras vermelhas, extensas e brilhantes. As pesquisas mostraram depois, que muitas crianças apresentavam alergia a LACTOSE ( açúcar do leite) .

Prontamente as multinacionais do leite , ofereceram fórmulas sem lactose e por muito tempo achou-se que estava tudo resolvido. Porém, as doenças respiratórias ainda persistem hoje em grande quantidade, levando muitas crianças à Pronto Socorros, com crises febris agudas e com muitas secreções em vias aéreas , o que chamamos de mucosidades(catarros).

O que sabemos hoje é que nós humanos não digerimos inteiramente a proteína do leite de vaca (chamada de caseína), enfim não temos enzimas para esta função. Só quem as tem é o bezerrinho, e, diga-se de passagem, é uma proteína complexa, capaz de levar o bezerro ao desmame em poucos meses e com mais de 100Kg.

Segundo a Medicina Chinesa, o leite de vaca ( de cabra ,ou qualquer animal ) gera mucosidades linfáticas, promovendo inflamações de órgãos do sistema linfático, como: amígdalas e adenóides.

Estas mucosidades vão acumulando-se na rede de vasos linfáticos e quando chega o inverno, ou quando a criança começa a freqüentar a escolinha , vem infecções respiratórias de repetição, seguida de um curso enorme de antibióticos, anti-inflamatórios, bronco- dilatadores e inalações intermináveis.

Conversando com um colega médico, Dr Sidney Federmann, de excepcional capacidade, honestidade e dedicação à medicina, aprendi outras informações sobre o leite.

Por ex: nos produtos lácteos, como queijos, requeijão, creme de leite, leite condensado, leite in natura (mesmo o desnatado) encontramos o ácido palmítico e o ácido mirístico que causam o seguinte:

- Contraem a musculatura das artérias coronárias, sendo fator de hipertensão e infarto;



- Aumentam a adesividade das plaquetas e causam inflamação dentro das coronárias, predispondo à trombose;

- Causam aumento no sangue do colesterol total, do LDL (ruim) e dos triglicérides;

- Diminuem o HDL (bom) aumentando o risco de infarto;

- Causam arritmia cardíaca;

- Causam resistência a insulina predispondo ao diabetes.

Uma dieta rica em proteínas animais (leite, queijo, carnes, ovos) faz o indivíduo perder cálcio pela urina originando osteoporose.

Principalmente o queijo, ocasiona perda de cálcio pela urina, ainda maior, piorando a osteoporose.

Os laticínios e outras proteínas como carne vermelha, frango ou porco aumentam o risco de Câncer de próstata, mama, cólon e reto e de pulmão, sem falar do aumento do risco de doenças cardiovasculares.

O cálcio deve ser ingerido proveniente de verduras com alta concentração de cálcio, como brócolis, agrião, folhas de abóbora e mandioca, feijões (principalmente o branco) arroz integral, pão, macarrão, bolos e bolachas integrais. Estes alimentos de origem animal provocam acúmulo de nitrogênio no sangue, e quando este é eliminado pelos rins, acaba impedindo a reabsorção de cálcio pelos túbulos renais provocam então calciúria, que é a perda involuntária de cálcio pela urina, o que a longo prazo acarretará a osteoporose. Podemos deduzir que a alta estatística de osteoporose na população mundial tenha relação direta com excesso de consumo de proteínas animais.

Com a alimentação integral e vegetariana, haverá menos perda de cálcio pela urina. (texto extraído do livro “Prevenção de doenças crônicas” Dr. Sidney Federmann -Ed: Minuano)

O uso de carne deve ser bem balanceado e não é necessária em todas as refeições.

Recomendo que seja dado às crianças, que não podem ser aleitadas com aleitamento materno exclusivo, LEITE DE SOJA. Hoje já temos fórmulas balanceadas nas drogarias para bebês até dois anos de idade. Com complementos minerais e vitaminas. Excelentes para o crescimento saudável do bebê.

Temos que refletir a respeito da nossa alimentação devemos ter bom senso, fugirmos dos excessos de açúcar, farinhas brancas refinadas e de proteínas animais. Sem falar que estaremos auxiliando também o ecossistema.

 Dra. Ana Clélia Mattos

Leite de Vaca

Leite de Vaca

Autor: Alexandre Pimentel – terapeuta alimentar

O leite de vaca é um fluído insalubre, que contém uma gama ampla de substâncias inconvenientes. O seu consumo prolongado tem um efeito cumulativo prejudicial.

Com 59 hormônios ativos, vários alérgenos, gordura e colesterol, a maior parte produzida mostra ainda quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos poderosos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. Pode conter resíduos de tudo o que a vaca come. Inclusive coisas como restos radiativos de testes nucleares.

Combustível do câncer

Dos 59 hormônios do leite, um é um poderoso auxiliar do crescimento, de seu nome IGF-1 (Insulin-like Growth Factor One – Fator de Crescimento similar à Insulina). Por uma curiosidade da natureza ele é idêntico entre vacas e seres humanos. Segundo especialistas em medicina, é consensual que o IGF-1 é um fator-chave na aceleração do crescimento e na proliferação dos cânceres da mama, da próstata e do cólon. Provavelmente atua também como catalisador no desenvolvimento de outras formas de câncer.

O IGF-1 é um constituinte de todo o leite de vaca,visto que se é desejável que o recém-nascido cresça com rapidez. Evidentemente que, se entrarmos em linha de conta que uma percentagem significativa da população (50% nos USA) se debate com problemas de obesidade, a presença de IGF-1 no leite pode já não ser vista com tão bons olhos.

Um caso flagrante sobre este assunto é o da indústria química Monsanto, fabricante de produtos como DDT, agente laranja, Roundup e outros. Esta empresa gastou cerca de meio bilhão de dólares para inventar uma injeção que fizesse as vacas produzir mais leite.

Infelizmente o produto final (Posilac, rbGH, injetável) revelou cinco erros que levaram à proibição do uso de rbGH no Canadá. Ainda assim, o relatório que os descrevia (Richard, Odaglia & Deslex,1989) foi oculto pela lei de Segredo Comercial de Clinton. Os canadenses puderam, em bom tempo, ler deste relatório o bastante para proibir o rbGH em seu país. O Posilac da Monsanto leva a um acréscimo de IGF-1 no leite até 80%.

A FDA (Food and Drugs Administration – Departamento de Alimentos e Remédios dos Estados Unidos) insiste que o IGF-1 é destruído no estômago. Por outro lado,estudiosos da questão insistem que nesse caso a amamentação não faria sentido, por não ter qualquer eficácia. A afirmação da FDA é ridícula, porque é o IGF-1 que faz o bezerro crescer a uma taxa tão elevada nas primeiras semanas de vida.

Aumento do igf-1

A fim de se entender melhor o papel deste químico, foi realizado um estudo com dois tipos de consumidores: um bebendo 360g de leite por dia, outro a porção recomendada pela USDA (recomendação nutricional diária dos Estados Unidos) de 720g (três xícaras). Neste estudo observou-se que os participantes que consumiam 360g de leite pro dia tiveram um aumento de 10% no nível de IGF-1.

Quantidades

Todos os lacticínios em geral, por derivarem do leite, podem ser fonte do mesmo problema. O queijo, por exemplo, contém os mesmos constituintes do leite numa proporção de 10 para um. São necessários 10 quilos de leite para fazer um quilo de queijo. E quanto à manteiga, conta com cerca de 21 vezes o que estiver contido nas moléculas de gordura da mesma quantidade de leite.

Gordura

Muita gente suspeita que a manteiga é só gordura, mas não tem idéia de quanta gordura existe no leite e no resto dos laticínios.Os produtos que usam derivados do leite (caseína,soro, lactose) são provavelmente uma causa importantede problemas de peso e saúde.

Leite integral: 49% das calorias vêm da gordura.
Leite meio-gordo (2%): 35% das calorias vêm da gordura.
Queijo cheddar: 74% das calorias vêm da gordura.
Manteiga: 100% das calorias vêm da gordura.
cálcio

Uma pergunta que deve ser feita é: onde é que as vacas arranjam cálcio para terem ossos tão grandes? A resposta é simples: sim, das plantas! E as mesmas plantas fornecem-lhes ainda uma boa quantidade de magnésio, necessário para a absorção e o uso do cálcio.

O cálcio do leite de vaca é basicamente inútil. O leite tem conteúdo insuficiente de magnésio (11% do que seria necessário para a mesma quantidade de cálcio). Igualmente, para a boa absorção de cálcio é importante a presença da vitamina D, que nós, humanos, produzimos pela simples exposição à luz solar. As nações com mais alto nível de consumo de leite e laticínios também têm o maior nível de osteoporose, como atestado por um estudo desenvolvido por 78.000 enfermeiras num período de 12 anos.

Segundo a USDA, 240g (uma xícara) de leite contém:

Cálcio (Ca) – 291,336 mg
Magnésio (Mg) – 32,794 mg
A USDA recomenda 1200 mg de cálcio por dia. As três xícaras de leite diárias recomendadas pela USDA só contêm 900mg de cálcio. Alguns argumentam que só se precisa de 1/3 do magnésio. A mãe natureza parece indicar que a proporção deveria ser 1:1. Se a proporção para a absorção adequada fosse de 1/3 de magnésio para 1 de cálcio, então apenas 300mg daqueles 900mg de cálcio seria utilizável. Se, na verdade, a proporção for de 1:1… só 98,38mg do cálcio é aproveitável.

 Proteínas

O leite pode ser considerado “carne líquida”, pelo seu alto conteúdo de proteína. Na realidade, o excesso de proteínas pode que, em conjunto com outras proteínas, pode provocar a perda de cálcio do corpo. Países que consomem dietas ricas em proteínas (carne, leite e laticínios) têm as taxas mais altas de osteoporose.

80% da proteína do leite é caseína. A caseína é um aglutinante poderoso. Um polímero usado para fazer plásticos e uma cola óptima para mobílias resistentes ou rótulos de cerveja. É usada como aglutinante em milhares de alimentos industrializados, como “caseinato de qualquer coisa”.

Bactérias

Permite-se que haja fezes no leite de vaca. Esta é uma grande fonte de bactérias, como não poderia deixar de ser. Normalmente o leite é pasteurizado mais de uma vez antes de chegar à tua mesa – cada vez durante 15 segundos à temperatura de 72°C. Por contraposição, para esterilizar a água exige-se que ela seja fervida (100°C) por vários minutos. Por outro lado, à temperatura ambiente o número de bactérias no leite duplica a cada 20 minutos.

Pus

Um centímetro cúbico de leite de vaca comercial pode ter até 750.000 células somáticas (mais conhecidas como pus) e 20.000 bactérias vivas, antes de ser retirado do mercado. Isso chega a espantosos 20 milhões de bactérias bem vivinhas e a 750 milhões de células por litro.

1 xícara = 236,5882 cm3 (centímetros cúbicos) 177.441.150 células de pus e 4.731.600 bactérias. A ingestão diária “recomendada” para um adulto é de três vezes esta quantidade.

A Comunidade Europeia e o Canadá só permitem 400.000.000 (quatrocentos milhões) de células de pus por litro. Em geral esses níveis são mais baixos, mas PODEM chegar a este nível e ainda assim chegar à tua mesa.

Colesterol

O conteúdo de colesterol de três xícaras de leite é igual ao de 53 fatias de bacon. Não muito dietético,com certeza!

Vitamina d

A vitamina D (essencial à fixação do cálcio nos ossos) é geralmente derivada de um animal. A reação à luz do sol que converte 7-dehidroicolesterol em vitamina D-3 é uma reação química “pura” que acontece em determinadas células da pele. (Daqui a importância acrescida para os veganos da exposição ao sol). A vitamina D-3 vem, tipicamente, de quatro fontes diferentes: pele de porco, pele de ovelha, fígado de peixe cru e cérebro de porcos. Na maior parte dos casos a vitamina D-3 é extraída da pele de porcos e vendida a fábricas de laticínios.

Existe também vitamina D-2, produzida em laboratório, que pode ser ou não de origem animal.

Constituição do leite

água: 87%
gordura: 3,25% (se for leite completo, ou gordo)
caseína: 4%
outras proteínas: 1%
outras substâncias: 4,75%
referências

http://www.notmilk.com
http://www.notmilk.com/igf1time.txt (Sobre IGF-1)
http://www.notmilk.com/deb/030799.html (Artigo sobre o estudo das 78,000 enfermeiras)
http://www.notmilk.com/deb/092098.html (Sobre cálcio e doenças dos ossos)
http://www.notmilk.com/badbones.html (Sobre doenças dos ossos)
http://www.notmilk.com/bonehead.txt (Sobre doenças dos ossos)
http://www.notmilk.com/calcium/index.html